DÚVIDAS SOBRE CONTROLADORES E INDICADORES MICROPROCESSADOS:

Questões 1.1 a 1.17

DÚVIDAS SOBRE O SOFTWARE INFOTHERM:

Questões 2.1 a 2.5

FAQ – Perguntas mais frequentes

DÚVIDAS SOBRE CONVERSORES DE POTÊNCIA TIRISTORIZADOS:

Questões 3.1 a 3.6


  • 1.1) NÃO CONSIGO ACESSAR E ALTERAR OS PARÂMETROS DO INDICADOR / CONTROLADOR.
    • Acesse o NÍVEL 3 e configure o parâmetro LCK em 0005 para desbloquear o acesso aos demais parâmetros.

      Caso o LCK seja configurado em 0000, o acesso e a edição de todos os parâmetros serão bloqueados.

  • 1.1) NÃO CONSIGO ACESSAR E ALTERAR OS PARÂMETROS DO INDICADOR / CONTROLADOR.
    • Acesse o NÍVEL 3 e configure o parâmetro LCK em 0005 para desbloquear o acesso aos demais parâmetros.

      Caso o LCK seja configurado em 0000, o acesso e a edição de todos os parâmetros serão bloqueados.

  • 1.2) NO DISPLAY APARECE A SIGLA "CJCE" Box.
    • Verificar se o sinal de entrada está conectado corretamente conforme sua etiqueta de ligação;

      Verificar se o parâmetro INP1 no NÍVEL 2 está configurado para o tipo de sensor utilizado, conforme instruções do manual de operação;

      Verificar se o fechamento do jumper interno está correto para o tipo de sensor utilizado, conforme instruções do manual de operação;

      Verificar se o diodo de junta fria localizado nos terminais de entrada está bem conectado e intacto;

      Verificar internamente no alojamento se os terminais não estão amassados, o que poderia ocasionar o problema.

  • 1.3) NO DISPLAY APARECE A SIGLA "ADCF".
    • Verificar se o sinal de entrada está conectado corretamente conforme sua etiqueta de ligação;

      Verificar se o parâmetro INP1 no NÍVEL 2 está configurado para o tipo de sensor utilizado, conforme instruções do manual de operação;

      Verificar se o fechamento do jumper interno está correto para o tipo de sensor utilizado, conforme instruções do manual de operação;

      Verificar internamente no alojamento se os terminais não estão amassados, o que poderia ocasionar o problema.

      Verificar se o flat cable interno não está rompido. Nesse caso o aparelho deverá retornar à Therma para conserto.

  • 1.4) O VALOR DO PROCESSO NO DISPLAY APRESENTA DIFERENÇA EM RELAÇÃO A MEDIÇÃO FEITA POR OUTRO APARELHO.
    • Verifique se o parâmetro PVOS (correção do valor do processo) no NÍVEL 3 está em “0” ou em um valor próximo à “0”. Caso contrário, o controlador está somando ousubtraindo o valor configurado em PVOS ao valor do processo. O ideal é que o PVOS esteja em 0.

      Verificar se o sinal de entrada está conectado corretamente conforme sua etiqueta de ligação. Fique atento à polaridade correta;

      Verificar se o parâmetro INP1 no NÍVEL 2 está configurado para o tipo de sensor utilizado, conforme instruções do manual de operação;

      Verificar se o fechamento do jumper interno está correto para o tipo de sensor utilizado, conforme instruções do manual de operação;

      No caso de uso de termopares, verifique se está sendo utilizado o cabo de extensão correto.

      Entre em contato conosco para verificar o valor original dos parâmetros ANL1 e ANH1 no NÍVEL 3, afim de restaurar esses valores caso o aparelho esteja descalibrado.

  • 1.5) NÃO CONSIGO ALTERAR O VALOR DO SET POINT.
    • Verificar o parâmetro LCK no NÍVEL 3. Para alteração do set point este parâmetro não pode estar configurado em 0000. Configure valores entre 0001 a 0005 para liberar a alteração do set point e também outros parâmetros.

      O parâmetro RAMP no NÍVEL 0 deve ser configurado em 0000 para liberar a alteração do set point.

      Para isso, acesse o parâmetro HMAN no NÍVEL 3 e configure ON. Após isso configure 0000 no parâmetroRAMP no NÍVEL 0, volte ao parâmetro HMAN no NÍVEL 3 e configure OFF.

      Verifique no NÍVEL 2 o parâmetro INP2 (caso o aparelho possua entrada de set point remoto). Para fazer alteração manual do set point este parâmetro deve estar configurado em LOC.

      Caso o controlador seja programável para rampas e patamares (linha DP, MP ou RP), verifique se a programação está acionada (led frontal com a descrição PRO estará piscando); caso esteja acionada, não é possível se alterar o valor do set point pois existe uma programação em curso.

  • 1.6) NO DISPLAY APARECEM TRAÇOS NA PARTE DE CIMA.
    • Verifique se o sensor está conectado corretamente ao sinal de entrada do instrumento (conforme etiqueta de ligação). Fique atento com a polaridade (positivo e negativo) no caso de termopares e sinais analógicos.

      Verifique as condições físicas do sensor e cabos, pois os mesmos podem estar rompidos.

      No caso de uso de termopares, verifique se está sendo utilizado o cabo de extensão correto.

      Verifique os parâmetros LSPL (campo mínimo) e USPL (campo máximo) no NÍVEL 2. Eles devem corresponder ao range de trabalho do sensor.

      No caso de termopares, feche um jumper (com um pedaço de fio) nos terminais de entrada. Feito isso, o instrumento deverá indicar temperatura ambiente, o que demonstra que o problema está nos cabos ou sensor.

      Caso ele não indique a temperatura ambiente, entre em contato com nosso departamento técnico.

  • 1.7) NO DISPLAY APARECEM TRAÇOS NA PARTE DE BAIXO.
    • Verifique os parâmetros LSPL (campo mínimo) e USPL (campo máximo) no NÍVEL 2. Eles devem corresponder ao range de trabalho do sensor.

  • 1.8) SAÍDA DE CONTROLE NÃO ACIONA.
    • Verificar se o parâmetro OUD no NÍVEL 2 está configurado corretamente: HEAT (para aquecimento) ou COOL(para resfriamento). Verifique as condições de trabalho do processo.

      Verifique a configuração do parâmetro OUT1 no NÍVEL 1. A princípio deve ser configurado em 100.

      No entanto, este parâmetro muda conforme as condições de trabalho no controle automático, pois ele representa o percentual da saída de controle.

      Quando o valor do processo estiver acima do set point o OUT1muda automaticamente para 0, e quando o valor do processo estiver abaixo do set point muda automaticamente para 100. Verifique o parâmetro SVOS no NÍVEL 3. Ele deve estar em 0.

      Caso esteja configurado algum valor diferente de 0 em SVOS, este valor será somado ou subtraído ao valor do set point alterando as condições de controle.

  • 1.9) SAÍDA DE CONTROLE NÃO ATUA COM PRECISÃO NO VALOR DESEJADO.
    • caso esteja utilizando controle do tipo PID, realize a auto-sintonia nas condições normais do processo configurando o parâmetro AT no NÍVEL 1 em YES.

      Durante este processo o led “At” ficará piscando e o controlador fará uma leitura da inércia do processo configurando automaticamente os valores de PID. Após isso o parâmetro AT volta para NO.

      Caso esteja utilizando controle do tipo ON-OFF (somente para saída a relé), verifique se a histerese do relé de controle no parâmetro HYS1 no NÍVEL 1 está configurada conforme o desejado.

      Obs: após atingir o set point o controlador desliga a saída de controle e aguardará o valor do processo “cair” o número de unidades do “PV” configurado em HYS1 para voltar a ligar a saída de controle, ou seja, é uma faixa de espera para reativação do controle após atingido o set point.

  • 1.9) SAÍDA DE CONTROLE NÃO ATUA COM PRECISÃO NO VALOR DESEJADO.
    • caso esteja utilizando controle do tipo PID, realize a auto-sintonia nas condições normais do processo configurando o parâmetro AT no NÍVEL 1 em YES.

      Durante este processo o led “At” ficará piscando e o controlador fará uma leitura da inércia do processo configurando automaticamente os valores de PID. Após isso o parâmetro AT volta para NO.

      Caso esteja utilizando controle do tipo ON-OFF (somente para saída a relé), verifique se a histerese do relé de controle no parâmetro HYS1 no NÍVEL 1 está configurada conforme o desejado.

      Obs: após atingir o set point o controlador desliga a saída de controle e aguardará o valor do processo “cair” o número de unidades do “PV” configurado em HYS1 para voltar a ligar a saída de controle, ou seja, é uma faixa de espera para reativação do controle após atingido o set point.

  • 1.10) O RELÉ DE CONTROLE LIGA E DESLIGA CONTINUAMENTE.
    • Se o tipo de controle utilizado é PID, reduza um pouco o valor do parâmetro P1 no NÍVEL 1.

      Caso não seja necessário o controle PID, sugerimos mudar para ON-OFF configurando o valor 0 no parâmetroP1 no NÍVEL 1.

      Feito isso será possível configurar um valor de histerese para o relé de controle no parâmetro HYS1 no NÍVEL 1, evitando a constante comutação do contato.

    • Nos controladores da linha TH 81, TH 82 e TH 83, para ativar e desativar a função de controle manual, o parâmetro LCK no NÍVEL 3 deve ser configurado em 0005. Feito isso, retorne ao NÍVEL 0, pressione a tecla Me configure o percentual de saída desejado operando as teclas sobe ou desce.Nos controladores da linha TH 91, TH 92 e TH 93, para ativar e desativar a função de controle manual, o parâmetro LCK no NÍVEL 3 deve ser configurado em 0005, e o parâmetro HMAN no NÍVEL 3 deve estar emON. Feito isso, retorne ao NÍVEL 0 e pressione a tecla M e configure o percentual de saída desejado no displaySV.

      Caso o controlador seja programável para rampas e patamares (linha DP, MP ou RP), configurar o valor 0 no parâmetro PRG no NÍVEL 0 antes do procedimento acima. Nos controladores com saída a relé, a função MANUAL só funciona com controle PID (parâmetro P1 no NÍVEL 1 tem que ser diferente de “0”). Para controle ON-OFF este recurso não está disponível.

  • 1.11) NÃO CONSIGO ATIVAR O CONTROLE MANUAL.
    • Nos controladores da linha TH 81, TH 82 e TH 83, para ativar e desativar a função de controle manual, o parâmetro LCK no NÍVEL 3 deve ser configurado em 0005. Feito isso, retorne ao NÍVEL 0, pressione a tecla Me configure o percentual de saída desejado operando as teclas sobe ou desce.Nos controladores da linha TH 91, TH 92 e TH 93, para ativar e desativar a função de controle manual, o parâmetro LCK no NÍVEL 3 deve ser configurado em 0005, e o parâmetro HMAN no NÍVEL 3 deve estar emON. Feito isso, retorne ao NÍVEL 0 e pressione a tecla M e configure o percentual de saída desejado no displaySV.

      Caso o controlador seja programável para rampas e patamares (linha DP, MP ou RP), configurar o valor 0 no parâmetro PRG no NÍVEL 0 antes do procedimento acima. Nos controladores com saída a relé, a função MANUAL só funciona com controle PID (parâmetro P1 no NÍVEL 1 tem que ser diferente de “0”). Para controle ON-OFF este recurso não está disponível.

  • 1.13) NOS CONTROLADORES PROGRAMÁVEIS, COMO FAÇO PARA PASSAR DE UM PROGRAMA / OU SEGMENTO A OUTRO NO DECORRER DO PROCESSO?
    • Deve-se pausar a execução do programa configurando PSE no parâmetro CTRL no NÍVEL 0, em seguida alterar o segmento ou programa em execução: no parâmetro PRG altere o programa, e no parâmetro SEG altere o segmento. Retorne a execução do programa configurando RUN no parâmetro CTRL.

  • 1.14) NOS CONTROLADORES PROGRAMÁVEIS NÃO CONSIGO PARTIR O PROGRAMA.
    • Verificar o parâmetro PRG no NÍVEL 0. Este parâmetro não pode estar configurado com o valor “0”. Configure o número do programa do qual deseja iniciar a execução (1 à 8). Logo após configure RUN no parâmetro CTRL noNÍVEL 0.

  • 1.15) O INSTRUMENTO SÓ INDICA A TEMPERATURA AMBIENTE.
    • Os terminais do sinal de entrada podem estar “jumpeados” ou o termopar pode estar em curto.

  • 1.16) O RELÉ DE ALARME NÃO ACIONA NO VALOR DESEJADO.
    • O valor de atuação do alarme é configurado nos parâmetros AL1, AL2 ou AL3 no NÍVEL 0.

      Mas é necessário verificar a configuração do tipo de alarme desejado no parâmetro ALD no NÍVEL 2. Para alarmes do tipo “desvio” ou “comparador de limite”, o valor de atuação se modifica de acordo com o valor configurado no set point, conforme instruções no manual de operação.

      Para um valor de atuação fixo no relé de alarme, configure no parâmetro ALD o tipo de alarme “ABSOLUTO”.

  • 1.17) NOS CONTROLADORES MODULANTES PARA SERVOMOTORES, O QUE FAZER QUANDO O CONTROLE É INSTÁVEL?
    • Verifique o parâmetro RUCY (tempo de abertura do servo-motor) no NÍVEL 3.

      Este dado pode ser adquirido na placa de fabricação do servo-motor (fornecida pelo fabricante) ou previamente medido. Configure este valor em unidade “segundos”.

      Realize a auto-sintonia nas condições normais do processo configurando o parâmetro AT no NÍVEL 1 em YES. Durante este processo o led “At” ficará piscando e o controlador fará uma leitura da inércia do processo configurando automaticamente os valores de PID. Após isso o parâmetro AT volta para NO.

  • 2.1) O SOFTWARE INFOTHERM ACUSA "ERRO" NA LEITURA DOS DISPLAYS.
    • É necessário configurar um mesmo número de identificação no controlador/indicador e no Infotherm.

      Para isso verificar: – parâmetro IDNO no NÍVEL 2 dos instrumentos; – parâmetro ID no cadastro de controladores do Infotherm.

      O número configurado nestes parâmetros devem ser idênticos (1 à 31) para possibilitar que o Infotherm reconheça cada um dos controladores / indicadores instalados.Verifique se as instalações estão corretas:

      – veja o esquema de ligação do Infotherm em nosso site e compare com a instalação efetuada para verificar se houve algum erro.

      – está utilizando um cabo adequado? Sugerimos o tipo AFD 1p x 24 awg (AL). Este cabo deve estar separado dos cabos de tensão, para evitar interferências de sinal.

      – as polaridades (+ / -) das ligações estão corretas? Verifique a polaridade da saída serial do instrumento e da entrada do conversor de sinal RS 485 / RS 232 ou USB.

      – Caso esteja utilizando o conversor modelo TH 9910 (RS485/RS232), verifique se o mesmo foi alimentado na tensão correta (110Vac ou 220Vac?). É possível alterar a alimentação deste conversor através de jumper interno.

      – Caso esteja utilizando o conversor modelo TH 9911 (RS485/USB), verifique se o driver do mesmo foi instalado corretamente. Esse driver é enviado junto com o software em CD a parte, e também pode ser “baixado” em nosso site.

      No cadastro de controladores do Infotherm é necessário preencher todos os campos e ticar no campo “ATIVO”.

      Verifique o parâmetro BAUD no NÍVEL 2 dos instrumentos. É necessário estar configurado em 9600.

      Verifique no campo de configurações do Infotherm se a porta de comunicação configurada corresponde a que está sendo utilizada na conexão do Infotherm ao computador (COM1? COM2? COM3, etc).

      Após feitas as tentativas de correção do problema, feche o programa e acesse novamente para verificar se o mesmo foi corrigido.

      Lembramos que o Infotherm só trabalha com instrumentos da Therma com comunicação serial.

  • 2.2) O TEMPO DE ATUALIZAÇÃO DA LEITURA É DEMORADO.
    • Na janela “Configurações” existe um campo chamado “Ler Controladores”. Coloque o tempo desejado (em segundos) para atualização de dados. No manual de operação, observe as sugestões de configuração para ter um melhor desempenho do INFOTHERM.

  • 2.3) COMO FAÇO PARA ALTERAR A ESCALA DO GRÁFICO?
    • Nas janelas referentes aos gráficos existe um campo para padronizar sua escala de visualização e intervalo de tempo. Desative o campo “Escala Automática” e coloque sua própria escala de preferência. Ajuste também o intervalo de tempo desejado.

      Para visualizar um ponto específico do gráfico, coloque o mouse sobre o mesmo, segure o botão esquerdo e arraste, selecionando assim o intervalo necessário.

      Ainda é possível utilizar o campo “Mostra Detalhe”, selecionando um ponto sobre o gráfico com o mouse. Para voltar à escala original, clique no botão “Zoom Reset”.

  • 2.4) COMO FAÇO PARA PADRONIZAR CORES E ESPESSURAS DAS "PENAS" DO MEU GRÁFICO?
    • Na janela de visualização de gráficos, dar duplo clique sobre o quadrado da pena que deseja alterar (na parte inferior da tela) e então selecione a cor desejada, espessura, e também qual a variável que a pena indicará.

  • 2.5) COMO FAÇO UM BACK UP DAS INFORMAÇÕES REGISTRADAS?
    • Acesse a pasta onde estão localizados os arquivos do INFOTHERM. A pasta padrão é C:\Arquivos de programas\Infotherm.

      Copie os seguintes arquivos e pastas:

      Infotherm.dat

      Infotherm.ini

      Pasta “Gráficos” (local onde estão armazenados os gráficos salvos).

  • 3.1) O SINAL DE CONTROLE ENVIADO AO CONVERSOR ESTÁ EM 100% (MÁXIMO), MAS O AMPERÍMETRO NÃO REGISTRA A CORRENTE EQUIVALENTE, OU INDICA A CORRENTE MÍNIMA.
    • Verifique se o potenciômetro de limitação de corrente (caso o equipamento o possua) está na posição de “máxima limitação”. Quanto mais próximo desta posição, menor será a corrente enviada à carga.

      Verifique se o cabo de alimentação do comando eletrônico está alimentado na tensão especificada (110Vac ou 220Vac).

      Ao alimentar o comando o led verde deverá acender. Verifique se a polaridade do cabo de sinal de controle está correta.

      Para esta finalidade, utilize cabos bipolares com os condutores trançados. Os mesmos devem ser blindados e aterrados em um único ponto, separados dos cabos de alta tensão afim de evitar interferências de sinal.

      Quando o equipamento está recebendo o sinal de controle, o led vermelho deverá estar ativado ou piscando.

      O conversor de potência pode estar inibido.

      Para verificar esta possibilidade, com um pedaço de fio faça um jumper nos terminais de inibição do comando de disparo, e observe o resultado.

      Se funcionar, o termostato ou o dispositivo de segurança ligado à inibição deve estar com o contato aberto.

  • 3.2) O POTENCIÔMETRO DE LIMITAÇÃO DE CORRENTE NÃO FUNCIONA.
    • Para o funcionamento do potenciômetro de limitação, é necessário a utilização do dispositivo de valor médio THD 569 ou TH 1579.

      Este dispositivo recebe o sinal dos transformadores de corrente e envia um sinal de referência ao conversor de potência.

      Este sinal deve ser ligado nos terminais de limitação do comando eletrônico de disparo.

  • 3.3) A LEITURA NOS AMPERÍMETROS ESTÁ OSCILANDO.
    • Nos conversores de potência com disparo trem de impulsos, a corrente oscila devido aos pulsos de senóide enviados à carga.

      Para uma leitura média nos amperímetros, é necessário a utilização do dispositivo de valor médio Therma.

  • 3.4) EXISTE TENSÃO NA FASE, MAS NÃO HÁ CORRENTE.
    • Verifique se a resistência relativa à esta fase está interrompida ou queimada.

      Verifique se o fusível ultra-rápido de proteção está interrompido.

      Caso o substitua, utilize o fusível correto para a corrente elétrica dimensionada, nunca para maior corrente.

      Verifique se o termostato de proteção está inibindo o funcionamento do equipamento por questões de segurança.

      Este termostato tem seu ponto de inibição na temperatura de ± 65ºC, e caso este seja o problema, verificar se o equipamento está trabalhando nas condições corretas.

  • 3.5) EM CONVERSORES COM SINAL DE CONTROLE DE 4-20MA OU 0-20MA, INJETANDO QUALQUER VALOR DE SINAL O DISPARO É TOTAL (COMANDOS TH 8925, TH 8926 OU TH 1926).
    • Retire o sinal de controle analógico.› O conversor deixa de disparar (nesse caso os tiristores estão em bom estado).

      Medir nos bornes de entrada de sinal (+) 2 e (-) 3 um valor de resistência de 270 Ohms.

      Não encontrando o valor de resistência: substituir a resistência e diodo sobre o circuito impresso ou inserir externamente nos bornes 2 e 3 um resistor de 270 Ohms.

      Se qualquer das tentativas acima não obtiverem resultados, enviar o equipamento à Therma para conserto.

      Caso ao retirar o sinal de controle os tiristores continuem conduzindo a corrente os mesmos estão em curto.

      Nesse caso o conversor deve retornar à Therma para conserto.

  • 3.6) UTILIZO UM CONVERSOR DE POTÊNCIA TRIFÁSICO COM
    • Medir a tensão da rede.

      Medir a tensão da rede de entrada acima dos fusíveis ultra-rápidos e anotar o valor.

      Medir a tensão da rede de entrada abaixo dos fusíveis ultra-rápidos e anotar o valor.

      Se não constatar tensão em uma das fases, o fusível ultra-rápido está aberto, e portanto, o mesmo terá que ser substituído.

      Medir a tensão na saída das três fases do conjunto de potência e anotar.

      Se as tensões encontradas estiverem de acordo com os valores de rede, verificar o fechamento das resistências na carga.